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24.8.08

I Seminário Web Currículo PUC-SP


Se você é professor, estudante de pós-graduação e graduação ou pesquisador certamente vai gostar muito dessa dica:

O I Seminário Web Currículo - Integração de Tecnologias de Informação e Comunicação ao Currículo- será realizado nos dias 22 e 23 de setembro de 2008 na PUC-SP. Trata-se de um importante evento no meio educacional, pois tem o objetivo de iniciar um diálogo sobre a integração do currículo às mídias e tecnologias digitais. Podemos também esperar muitos debates e reflexões a respeito do uso da tecnologia nas práticas pedagógicas.

O evento possui vagas limitadas.

Mais informações: I Seminário Web Currículo

26.8.07

Ed, o robozinho que sabe tudo sobre meio ambiente


ED é um robô muito simpático, criado pela Insite para a Petrobras com uso da tecnologia Inbot.
Ele é um robô com Inteligência Artificial, capaz de conversar com os usuários como se fosse um atendente real. Adultos e crianças vão adorar conversar com ele!
Os assuntos são variados e bem atuais:
  • uso racional de energia;
  • derivados de petróleo;
  • meio ambiente;
  • gás natural;
  • dicas de economia;
  • qualidade do ar;
  • biocombustíveis;
  • programas educacionais;
  • fontes alternativas de energia.
O objetivo é que o simpático Ed ajude a Petrobras na conscientização em relação ao uso de energia e preservação do meio ambiente. Quem fornece o conteúdo que forma a base de conhecimento do Robô é o CONPET (Programa Nacional da Racionalização do uso dos derivados do Petróleo e do Gás Natural).

Saiba como o Ed foi criado.

Clique aqui para conversar com o Ed

O Casamento Perfeito

Recebi da querida amiga Jenny Horta a sugestão desse vídeo que fala sobre a relação Tecnologia versus Metodologia.



Fica evidente no vídeo que não adianta ter todo um aparato de recursos se não há por parte dos envolvidos o desejo de desenvolver um trabalho capaz de proporcionar ao aluno uma aprendizagem abrangente e contextualizada que integre o uso das mídias na prática pedagógica.
Mas como resolver esse impasse? Como chegar a um denominador comum que contemple recursos e envolvimento dos educadores nos projetos? Penso que para ha
ver um casamento perfeito nesse caso é necessário passar por algumas etapas que estão sendo esquecidas ao longo do caminho. É como em um relacionamento. As pessoas não costumam casar de um dia pro outro, não é verdade? E se isso acontece, quase sempre está fadado ao fracasso. Por que então querer que o professor olhe a primeira vista para tantos recursos tecnológicos e faça juras de amor eterno? Há que se ter um tempo para paquerar, namorar, e por que não, para os mais "moderninhos", "ficar"?

Acredito que se tivermos esse tempo para conhecermos de forma abrangente todos estes recursos, certamente eles serão melhor aproveitados, e portanto, capazes de integrar definitivamente o uso das mídias na prática pedagógica.


É nesse sentido, que proponho uma formação específica aos professores antes de iniciar qualquer projeto que faça uso de tais recursos.
Uma boa notícia é que parece que nossos governantes e gestores estão chegando a essa conclusão também. Prova disso, é que as escolas estaduais de São Paulo irão receber um kit denominado "Multimídia Sala do Professor". É claro que esse kit deveria ter chegado às escolas antes dos computadores dos alunos. Para assim, os professores terem oportunidade de entrar em contato com os novos recursos, e se sentirem seguros o bastante para desenvolver projetos envolvendo o uso de diferentes mídias.

Acredito que a gestão de tecnologias só terá sucesso se nesse contato professor-tecnologia for valorizada a comunicação e a construção do conhecimento aliadas a novas formas de interação e aprendizagem. Portanto, não vai ser um computador instalado na sala dos professores que irá resolver o problema. Os professores vão ter que arriscar um pouco mais nesse relacionam
ento. Diria até avançar o sinal (por que não?). Tenho certeza que ao final disso tudo, muitos casamentos acontecerão!

E finalmente, poderemos dizer que professor e computador "foram felizes para sempre..."



22.4.07

Rádios comunitárias

Desde o ano passado as rádios livres e comunitárias têm sido alvo de repressão por parte do governo federal. O que está por trás disso é a perpetuação de um sistema essencialmente unilateral que permite acumular, nas mãos de poucos o poder e o direito da comunicação. Isso implica em manter as maiorias sociais apenas como receptoras de mensagens. Limita a capacidade da maioria social de pensar, se organizar e reivindicar. Aumenta consideravelmente o poder político e econômico dos grupos minoritários.Portanto, tal repressão é a negação da autonomia de todo um segmento social. Não se trata apenas de se indignar, mas acima de tudo, de não deixar calar o nosso direito à livre expressão e à livre comunicação.

No vídeo abaixo podemos perceber o quanto essa repressão causa indignação, mas percebemos também o quanto ela une as pessoas na luta por um ideal comum.

Fechamento da Rádio Heliópolis

27.11.06

Boas Práticas legais no uso da Tecnologia

Os avanços da tecnologia e o advento da internet trouxeram impactos inimagináveis para a sociedade. Estamos diante de uma sociedade conectada, com e-mails, celulares, palms, chats, buscadores de informação, sites de notícia, comunidades online, sms, messenger, voip e outras ferramentas que até pouco tempo não faziam parte de nossa rotina diária de trabalho e lazer.

Neste novo cenário de mudanças tecnológicas nos deparamos com novos desafios e com novas formas de relacionamento que afetam o comportamento humano e consequentemente todos os aspectos que envolvem o desenvolvimento de uma sociedade, inclusive a EDUCAÇÃO.

Temos, enquanto educadores, o compromisso de orientar o educando para a vida, proporcionar situações que lhe permitam desenvolver habilidades e competências necessárias para ávida tarefa tanto profissional quanto de vida pessoal de um mundo cada vez mais plano, mais globalizado, sem barreiras espaciais e temporais, mas que os aspectos éticos e legais são colocados em questão em cada click.

Educar na sociedade digital não é apenas ensinar como usar os aparatos tecnológicos no ambiente escolar. Educar é preparar indivíduos adaptáveis e criativos com habilidades que lhe permitam lidar facilmente com a rapidez na fluência de informações, acompanhando as transfor
mações e sendo parte delas, de modo responsável, ético e legal. É preparar cidadãos digitais para um novo mercado de trabalho que exige postura adequada, segurança da informação, respeito às leis, inclusive na Internet.

Leia o artigo na íntegra no site http://www.pppadvogados.com.br

O site está oferecendo gratuitamente a cartilha ao lado para instituições educacionais.

6.11.06

Tecnologia na Educação


Mudar não é fácil. Principalmente quando essa mudança está cada vez mais rápida. É o que acontece atualmente na nossa vida. A era do conhecimento e da informação está diante de todos nós e basta um piscar de olhos para ela mudar novamente.

Todos os dias somos convidados ( ou seria convocados?) a fazer opções, a demonstrar nossas intenções. Na sala de aula os alunos exigem cada vez mais, querem ter na escola a mesma velocidade que vêem na TV, no computador ou no vídeo game.
Mas escolher trabalhar com a tecnologia não é tão simples assim. Não basta apenas introduzir os recursos tecnológicos para mudar a sua aula. Na verdade ao iniciar uma proposta de trabalho pedagógico, seja utilizando ou não a tecnologia, colocamos aí o nosso modo de ver, pensar e perceber o mundo. Daí a importância de estar em formação contínua, a todo momento. Só assim para darmos conta do recado! E vejam que não é tarefa fácil: encontrar formas mais adequadas para inserir o aluno no universo tecnológico, porém num contexto crítico e participativo.
É... Temos muito o que fazer!





4.11.06

Analfabeto Digital


Dêem uma lida nesse texto do Ricardo Anderáos. Peguei uma parte que achei bem interessante:

"O fato é que para garimpar informação na internet, para separar o joio do trigo, a gente precisa de paciência, esforço e atenção. E, acima de tudo, uma capacidade de avaliar a confiabilidade das fontes dessa informação que não é ensinada em nossas escolas. Essa é a verdadeira alfabetização para os nossos tempos hi-tech.

Na década de 50, a Unesco definia como analfabeto alguém que não consegue ler ou escrever algo simples. Vinte anos depois, surgiu o conceito de analfabeto funcional. Uma pessoa que sabe ler e escrever frases simples, mas que não possui as habilidades necessárias para satisfazer as demandas do seu dia-a-dia e se desenvolver pessoal e profissionalmente. Resumindo: alguém que não consegue entender direito o que lê.

Arrisco aqui uma definição: analfabeto digital é aquele que não consegue entender o valor daquilo que aparece debaixo do cursor do seu mouse. Você pode propor uma definição melhor do que essa?"


  • Texto original